Por Diego Amaro de Almeida e Lílian de Paula Santos 

Quando apreciamos esta bebida, muitas vezes não percebemos toda a sua história e importância cultural. Uma bebida que trouxe prosperidade ao mais simples agricultor e grande riqueza aos que ficaram conhecidos como “Barões do Café”.

O café de origem árabe, chegou ao Brasil pelas mãos de Francisco de Mello Palheta, que foi presenteado com mudas da rubiácea, em visita às Guianas.

Com isso, por volta de 1720, o café foi trazido ao Brasil.

Sorte a nossa!!!!!

Porém, seu grande florescer foi no Vale do Paraíba Fluminense e Paulista.

O café não é algo que mudou só a economia, mas também mexeu com nosso jeito de pensar, relacionar-se, consumir, ser…

Fez com que o Vale do Paraíba se tornasse uma grande potência. As vilas e freguesias cresceram e o cenário mudou, por conta do grão. A mata foi derrubada, os sertões deixaram de ser incompreensíveis. A Estrada Real Caminho Novo da Piedade foi o caminho por onde as grandes propriedades cafeeiras se constituíram e deram forma aos municípios, que hoje conhecemos.

Com a riqueza do café, foi possível a instalação das estradas de ferro.

E, pelos trilhos do trem, a cultura da corte e das capitais se fez presente. Os salões e os saraus começaram a substituir o único espaço que, antes, era possível para o convívio social: a igreja.

O café mudou nossas relações e continua fazendo parte de nosso cotidiano.

Se antes trouxe a riqueza, hoje é a bebida que embala nossas tardes de trabalho, reuniões e até se torna o bom pretexto para uma conversa rotineira entre amigos.

A gente comemora, a gente celebra, a gente vibra ao experimentar um novo café.

E tem pra todo gosto….

Café mineiro, paulista, passado na hora, no cuador, na garrafa adoçado, gelado, em drinks, café de mãe, café de amigo, café de bolerias, café da vida.

Um bom café nos permite viajar e viver.

Há cafeterias que celebram a arte do bom café com novidades diárias.

Há também os capuccinos que ganharam o gosto da população. Mas o famoso cafezinho não perde espaço nunca em nossa vida.

Tanto prazer em tomar um café, que isso se comprova nos números.

Em casa, saem quatro xícaras por dia. Mas no local de trabalho, são duas jarras quentinhas na hora. (Aqui quem fala é Lilian).

Somos um dos maiores consumidores de café do mundo.

E também de uma boa comemoração regada a bom papo, amizades verdadeiras e duradouras, além do convívio em família.

Com tudo isso, finalizamos dizendo.

Sorte a do café por ter sido escolhido para brindar boas reuniões de nós, humanos.

Por aqui, tem serviço de sobra para essa prazerosa bebida.

E você, gosta de café?

Cópia de Cópia de Cópia de Ana Valéria Sampaio de Almeida Reis


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